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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Porque não consigo engravidar?

Boa tarde pessoas, tudo bem com vocês?!

Semana passada todos achavam que eu estava grávida *-*
Mas... Sempre tem um "mas" na história, e normalmente ele não traz boas notícias...

Todos acreditavam que eu estava grávida, porque minha barriga estava fora das medidas normais... Mas acho que era porque não estava indo ao banheiro direito (sabe aquela propaganda, daquele iogurte, que por sinal é bem gostoso?) Eu estava era inchada...

E logo veio minha menstruação... Antes da data prevista, mas veio...
E sempre antes de vir, meus seios ficam bem, mas bem inchados e doloridos... Normal...
Então meu marido enfiou na cabeça dele, que eu estava grávida... Não fui correndo fazer teste de farmácia, porque queria esperar o dia previsto para vir a menstruação... Então ela veio (danadinha)...

Logo pensei, vou fazer uma pesquisa na net mesmo, e vou dividir com minhas colegas do blog, assim que tivesse um tempinho...

Então, cá estou eu!

Achei uma reportagem muito, mas muito bacana mesmo, pra dividir com vocês... Afinal, alguem aí atrás desse monitor deve estar passando pelas mesmas dificuldades que eu...

Lembrando que: Como eu já engravidei no ano passado, mas infelizmente tive um aborto espontâneo, já sei que não passo por problemas de infertilidade. E minha saúde está Ok. Pois fiz alguns exames de laboratório e ultrassons que não acusaram nada...

A reportagem é do site Revista Crescer.

Calcula-se que 1 em cada 8 casais tem dificuldade para engravidar. Em cerca de 40% dos casos, a causa da infertilidade está relacionada a problemas com a saúde da mulher e em 40%, a do homem. Também existe a possibilidade de ser uma combinação do casal em 20% das situações. No geral, antes dos 35 anos, é considerado normal a mulher levar até 1 ano para ficar grávida. A partir daí, o prazo cai para 6 meses. Mas nem sempre a questão é fisiológica. Às vezes, até mesmo a ansiedade atrapalha. Se esse for o seu caso, saiba que algumas mudanças no estilo de vida podem aumentar as chances de gravidez. A seguir, listamos dez dicas de especialistas em reprodução humana para você aproveitar ao máximo sua fertilidade. Confira!

1 - Olho na saúde: O primeiro passo para usar a fertilidade a seu favor é observar se está tudo bem com o organismo. Verifique se anda sentindo algum incômodo, dores que até então não chamaram a atenção, mudanças bruscas de peso ou de humor. Comente com o médico. Sintomas como esses, por exemplo, podem indicar uma disfunção da tireoide, que compromete as chances de engravidar. Atenção também com as doenças sexualmente transmissíveis. Muitas vezes, elas passam despercebidas, não são tratadas e também podem dificultar a gravidez. 

2 - Acerte o passo com a natureza: Saber das manhas da fecundação também a favorece. Um espermatozoide sobrevive de três a quatro dias no corpo da mulher. Mas o óvulo tem vida menor, cerca de 12 horas. Se o gameta masculino chegar ao organismo feminino antes do dia da ovulação, aumentam as chances de concepção. Aí começam os problemas, porque a ovulação, na teoria, acontece no 14o dia do ciclo menstrual, mas na prática é difícil saber o dia exato. Então, é melhor ter relações todos os dias nesse período? Não, porque a quantidade de espermatozóides diminui com a freqüência de ejaculações. É preciso encontrar um equilíbrio. Os médicos aconselham manter relações sexuais dia sim, dia não pelo menos nas duas semanas que antecedem a ovulação. 

3 - Aposte nas vitaminas: O ácido fólico, bem como outras vitaminas encontradas em complexos específicos para gestantes, previne malformações no feto porque melhora a qualidade do óvulo e diminui a ocorrência de problemas em sua divisão celular e implantação no útero, depois de fecundado. Os suplementos, também receitados para os homens, ainda favorecem a motilidade e a qualidade dos espermatozoides, dando-lhes mais energia. Peça orientação ao médico sobre o que tomar. 

4 - Diminua o cigarro: O ideal mesmo é parar de fumar. Nas mulheres, o cigarro pode afetar a produção de hormônios importantes para o equilíbrio do organismo, como o estrógeno. O déficit desse hormônio, por exemplo, interfere no amadurecimento dos folículos, que serão os futuros óvulos, e no desenvolvimento destes, mais tarde. Os homens que fumam podem ter espermatozóides com um menor potencial de fertilização, pois a nicotina prejudica sua morfologia. 

5 - Evite o álcool: Tomar uma garrafa de vinho ou cinco doses de outra bebida alcoólica destilada por semana pode reduzir até 40% a chance de uma gravidez. Isso porque o álcool interfere tanto no funcionamento do ovário, desregulando o ciclo menstrual, quanto no dos testículos, que vão produzir espermatozoides de má qualidade. Sem falar no efeito negativo que pode causar no desempenho sexual. 

6 - Fuja das drogas: Naturais ou sintéticas, como a maconha e os anabolizantes, as drogas não combinam com o desejo de engravidar. Assim como o álcool, atuam nos ovários e nos testículos, afetando a qualidade dos gametas produzidos. Os efeitos colaterais também não têm nada a ver com sexo. 

7 - Equilibre a balança: Aqui não é somente uma questão de números, mas de vida saudável, já que um estilo desregrado de alimentação geralmente leva ao excesso de peso, que resulta na alteração da produção de hormônios sexuais importantes para a ocorrência de uma gestação. Evite frituras, gorduras e doces, e faça exercícios. Uma boa corrida a dois no parque pode até ser bem afrodisíaca... 

8 - Seja flexível: Não acredite só no que é cientificamente comprovado. Confira também dicas populares. Uma delas: se logo depois de uma relação, a mulher continuar deitada na cama, relaxando, as chances de engravidar aumentam. Vale até tirar uma soneca. Se colocar um travesseiro no quadril para se manter mais elevada, é melhor ainda. O que não pode é levantar, ir tomar banho, etc. Pouquíssimos médicos assinam embaixo, mas não custa tentar. Mal não faz. 

9 - Fique zen: Bem, depois de seguir as orientações anteriores, só falta relaxar. Sim, porque o estresse ou ansiedade, segundo a experiência dos médicos em consultórios, altera, sim, a fertilidade. Pense que, no mínimo, quem está estressado vira para o lado e dorme. Apele para meditações, aromaterapia. O importante é relaxar. 

10 - Invista nos chamegos: E relaxada você estará mais propensa a criar clima de romance com o parceiro. Porque, lógico, quem quer engravidar precisa transar. Muito. Do contrário, de nada adiantou ler tudo isto.

É... Então meninas... A coisa mais rara que tem, é eu beber alguma coisa alcoólica. Fumar nem pensar (até já consegui fazer o marido parar de fumar!). Drogas então, nem se fala...
O jeito mesmo, é apelar para as posições que me favorecem neste momento... O maridão já quis até me amarrar pelas pernas, com elas para cima, para ajudar os espermatozóides a chegarem lá... =S KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Ansiedade não me mata. Quando tenho alguma ideia bacana relacionada ao desejo de ser mãe, eu imagino muito cada detalhe. Mas só naquele dia, naquela hora... Não ando estressada com nada, só a correria do dia mesmo. E só este mês, por causa de tudo o que aconteceu...

Enfim... Só me resta uma única opção: Eu coloquei todo esse meu desejo de ser mãe nas mãos de Deus. Vai ver ele quer esperar mais um pouquinho pra me abençoar! =)

PS: Deus, não demora muito, pois quero que meu filho me chame de Mãe, e não de Avó! ;) KKKKK

É isso meu povo, espero ajudar algumas de vocês, que também podem estar passando pelas mesmas coisas que eu! Beijinhos e Bom restinho de 4ª feira!!! =**



sábado, 6 de julho de 2013

Doenças PERIGOSAS durante a gestação

Olá pessoas, como estão vocês?!
Eu estou ótima, graças a Deus!

Treinando muito para ser mamãe! Vai que esse mês dá certo?! Tenho até o dia 24 para treinar! KKKKKK
E enquanto o bebê não vem... Vamos falando de coisas sérias e importantes que podem prejudicar a gravidez de uma mulher... Na última postagem sobre gravidez, eu deixei um artigo sobre a Gravidez Ectópica, que você pode ver AQUI.

Como todo mundo sabe, as Grávidas ficam com imunidade mais baixa que o normal. Por isso, é necessário que tome cuidado com certas doenças que podem se tornar muito perigosas para a gestação e principalmente para o bebê...

Vamos à algumas doenças:

AIDS


Para evitar a transmissão vertical, isto é, quando a mamãe contamina seu filho durante a gestação, parto ou amamentação, um coquetel de remédios que reduz a carga viral deve ser tomado desde o início da gravidez até o parto. O bebê deve continuar recebendo remédios durante as seis primeiras semanas de vida. Quase a totalidade dos casos de HIV em crianças menores de 13 anos foi transmitido de mãe para filho durante a gravidez, parto ou amamentação. O índice de transmissão vertical do HIV (durante a gestação, parto ou amamentação) de uma mamãe que se cuida desde o início da gravidez e não amamenta seu filho é menor de 5%. Já as mulheres que não sabem que são portadoras do vírus HIV e levam a gravidez sem tomar a medicação e ainda amamentam seus filhos tem cerca de 40% de chances de transmitir o vírus para o seu bebê. O maior índice de transmissão do vírus é no trabalho de parto e no parto, seguido pela infecção intra-útero (principalmente nas últimas semanas da gestação) e amamentação. Portanto, mulheres que desejam engravidar devem realizar o teste para saber se é ou não positiva ao HIV. Caso o teste for confirmado como reagente ao vírus, ou seja, a mulher apresente o vírus do HIV, a decisão de engravidar será dela. No Brasil, o aborto não é permitido nesses casos. A mamãe que já sabe que é HIV positiva e engravida sem querer deve continuar recebendo sua medicação durante toda a gestação e seu filho receber a medicação nas seis primeiras semanas de vida. Já a mamãe que se contamina durante a gravidez deve começar a tomar o coquetel logo que descobre a doença e seu filho também tem que receber a medicação nas seis primeiras semanas de vida. O médico irá orientar qual a melhor maneira das mulheres prevenirem a transmissão vertical. Existem mulheres que se sentem mal (náuseas e vômitos) no começo da gravidez, iniciando o tratamento com o coquetel um pouco mais tarde.


ENDOMETRIOSE

A doença, que atinge cerca de 10% das mulheres com idades entre 15 e 45 anos, causa dores e pode levar à infertilidade. Conhecida também como a "doença da mulher moderna", a Endometriose pode causar dificuldades para engravidar, e até mesmo levar à infertilidade. Segundo estudos recentes, a doença atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva. Esta doença consiste no crescimento do endométrio (camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação), fora do útero. "Existem diversas teorias que tentam explicar a causa da Endometriose, dentre elas, há a hipótese de ser uma doença de origem imunológica", afirma Fabiane Sabbag, ginecologista e obstetra. Dentre os sintomas mais comuns da Endometriose temos: dor pélvica crônica, infertilidade, dor durante as relações sexuais, dores intensas no período ovulatório e menstrual, alterações urinárias e intestinais na menstruação. De acordo com a ginecologista, além da história da paciente e do exame ginecológico, vários exames complementares podem ser utilizados para ajudar no diagnóstico, como: marcadores sanguíneos, ultrassonografia pélvica, ressonância magnética e outros mais específicos. Para um diagnóstico exato, o melhor método é a cirurgia videolaparoscopica, em que o médico pode visualizar as lesões e fazer a biopsia, confirmando na análise anatomo-patológica a presença da Endometriose. Como existem vários tipos desta doença o tratamento dependerá de cada caso, podendo ser clínico, cirúrgico, ou ambos. "Atualmente, não há cura para a doença, no entanto é possível controlar seu desenvolvimento e suas seqüelas com o tratamento e até evitar uma recorrência. Cada paciente deve ter seu caso analisado por um especialista que possa estabelecer o melhor tratamento e seguimento desta doença", conclui a especialista.

LÚPUS

As doenças auto-imunes são aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos. Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade. De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres – somando cerca de 1,5 milhão de americanas – questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem. “É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento”, diz a doutora Silvana Chedid, especialista em Reprodução Humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva. De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. “Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina. O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável”.

RUBÉOLA

É comum alertarmos as mamães no Guia do Bebê sobre a necessidade de vacinação dos filhos contra a rubéola. Mas não são só as crianças que precisam ser vacinadas para a prevenção de doenças. As mulheres, principalmente as que estão em idade fértil, isto é, que podem engravidar, devem ter atenção redobrada com essa questão. Algumas doenças que têm a sua prevenção por meio de vacinas podem atingir as gestantes, causando risco ao futuro bebê. A rubéola é uma das doenças inofensivas para adultos e crianças, mas deixa seqüelas graves no pequenino ser que está no ventre da mamãe. Os sintomas do começo da doença se confundem com os da gripe, dificultando o diagnóstico. Mal-estar, dores musculares, indisposição, falta de apetite, dor de garganta, coriza e aumento de volume dos gânglios são alguns dos sintomas. Em 24 ou 48 horas após o surgimento desses sintomas, aparece uma vermelhidão no rosto, atrás das orelhas e no couro cabeludo, alastrando-se para todo o corpo. Depois de alguns dias, ocorre a descamação e conseqüentemente melhora do quadro. Os números do Ministério da Saúde relatam quatro casos de rubéola em cada dez mil gestações. Depois que a doença é contraída pela mamãe, os riscos para o bebê são inevitáveis, a melhor opção é a prevenção. Quando a futura mamãe contrai a rubéola no início da gestação, a chance de malformação congênita no primeiro mês é de 50%, no segundo, 30%. A infecção fetal é chamada de Síndrome da Rubéola Congênita. A rubéola congênita pode provocar aborto, parto prematuro e, no bebê, os sintomas mais freqüentes são surdez; retardo do crescimento intra-uterino; microftalmia, catarata e retinopatia; cardiopatia; fissura orofacial, microcefalia e retardo mental. Caso a mamãe entre em contato com uma pessoa que tenha contraído rubéola, deverá realizar alguns testes sorológicos para saber se entrou em contato com o vírus. Se a mamãe estiver imunizada, o feto não corre risco, mas se não, deve repetir o exame dentro de três semanas. Se der positivo, a mamãe deverá ser acompanhada bem de perto pelo seu médico para observar o desenvolvimento do bebê.  A mulher que já contraiu a doença anteriormente, já está imunizada naturalmente. Não há comprovação de haver uma segunda infecção, portanto, imunidade para toda a vida. A vacina contra rubéola começa a ter seu efeito protetor a partir do 18º dia e é contra-indicada para mulheres grávidas, pois pode levar à infecção do bebê. As mulheres que recebem a vacina não devem engravidar nos três meses posteriores a vacinação.  Nada melhor um acompanhamento pré-natal para obter as informações necessárias para levar uma gravidez saudável e sem riscos para o bebê que está por vir.

TOXOPLASMOSE

O que um simples gatinho pode trazer de ruim para a saúde da mamãe e da família? Alguns podem argumentar que esse indefeso animal não traz qualquer perigo. Ledo engano. Os gatos são potenciais transmissores da doença toxoplasmose. Mas qual é a relação entre gato e toxoplasmose? E o que é toxoplasmose? Os gatos são hospedeiros de um protozoário chamado Toxoplasma Gondii. O gato infectado excreta as fezes e, ao contato de pessoas com essas fezes, pode ser transmitida a doença. Para sorte nossa, se tomarmos alguns cuidados especiais, os gatinhos deixarão de ser tão perigosos. Existem outros hospedeiros do protozoário Toxoplasma como aves, anfíbios, peixes, répteis e outros mamíferos que podem transmitir a doença através do consumo de carne crua ou mal cozida. É através da ingestão da carne crua destes hospedeiros ou o contato com fezes de outros gatos contaminados que os gatos sadios adquirem o protozoário Toxoplasma. Portanto, muito cuidado com a alimentação do bichinho! Os oocistos (elementos infectados pela doença) das fezes dos gatos podem ser levados pelo vento e se depositarem em frutas, verduras e legumes. Por isso, a transmissão da toxoplasmose também pode ser feita através da ingestão de frutas, verduras e legumes mal lavados. Mais um motivo para lavar bem as frutas. Depois de exposto à doença pela primeira vez, toda pessoa desenvolve imunidade contra o parasita e dificilmente torna a adoecer com toxoplasmose. Um exame de sangue pode dizer se a pessoa já adquiriu ou não a doença. A mulher que já tenha tido a doença antes da gravidez não desenvolve risco algum para o seu feto, pois já tem imunidade contra esse parasita. O problema está quando a Toxoplasmose atinge a mulher grávida que nunca entrou em contato com o parasita Toxoplasma, ou seja, a mulher que ainda não tem anticorpos formados contra ele. A toxoplasmose é transmitida ao feto pelo sangue e pode acarretar morte fetal e abortamento, graves deficiências neurológicas, visuais e retardo mental. Caso a mulher grávida entre em contato com o parasita que causa a toxoplasmose, é necessário que ela receba tratamento com antibióticos urgentemente para evitar os possíveis ricos para o feto. Não é por isso que a mamãe deve se livrar do gatinho de estimação que tem em casa. Gatos domésticos que não são alimentados com carnes cruas e não saem de casa (não tem como entrar em contato com fezes de outros gatos infectados ou comer animais que possam estar contaminados) não trazem risco algum de contaminação. As mamães devem evitar fazer trabalhos de jardinagem onde é possível o contato com fezes de gatos contaminadas e se precisar fazer, fazê-lo com luvas e lavar bem as mãos depois. As carnes devem ser consumidas bem cozidas e as frutas, verduras e legumes muitos bem lavados. As mãos também devem ser bem lavadas após manipular carne e vegetais crus. O leite bebido dever ser pasteurizado. As futuras mamães não devem limpar as caixas de necessidades dos gatinhos. Estas caixas devem ser higienizadas diariamente se possível por outra pessoa. Sabendo como evitar a toxoplasmose e de como cuidar do seu gatinho para que ele não contraia o parasita Toxoplasma, não haverá motivo para excluir o bichinho de estimação do cotidiano familiar.

DICAS:

Não sinta medo de fazer o teste para saber se é ou não HIV positivo, você e seu futuro bebê terão melhor qualidade de vida se receberem tratamentos adequados. Faça sexo seguro e evite a infecção pelo HIV, mesmo que você confie muito no seu companheiro. Tome a medicação corretamente conforme seu médico a instruiu, a transmissão do vírus para o seu bebê será mínima e reduzirá a sua carga viral.

A prevenção da rubéola é a maneira mais eficaz de prevenir riscos ao seu bebê. As adolescentes sem a possibilidade de gravidez não devem se esquivar de contrair a doença, já que é uma forma de imunidade natural e sem riscos para um futuro bebê. A partir do quarto mês de gestação, os riscos de infecção do bebê são menores, mas nem por isso a mamãe deve “relaxar” quanto à prevenção.

Espero que esta postagem seja de grande utilidade para vocês... ficou um pouquinho extensa, mas é importante sabermos que "colocar um filho no mundo" é muita responsabilidade...
Beijinhos =**
Ótimo Final de Semana

terça-feira, 18 de junho de 2013

Notícias!

Boa noite gente querida, como vocês estão?!
Estou bem melhor... Minhas dores se foram!

Mas isso não quer dizer que não esteja dodói!

Ontem fiz os exames de sangue e urina que o médico de sexta feira me pediu. Infelizmente, não estou grávida ainda... =( Mas não perdi minhas esperanças!

Ontem à tarde passei mal de novo (a pressão foi lá em baixo), uma tremedeira, ânsia de vômito, dor de cabeça terrível e tontura...
Fui ao Mini Hospital, e por incrível que pareça, o mesmo médico de sexta me atendeu...

Estou com infecção urinária, e já estou tomando antibiótico. 

Meu sangue está perfeitamente bom (cuidado com os vampiros)! KKKKKKKK

Durante a conversa, ele me contou que em alguns casos, a mulher tem uma gravidez ectópica. E me explicou direitinho como funciona... Por isso, eu trouxe esse artigo sobre o assunto, para compartilhar com vocês:


O que é Gravidez ectópica?

Sinônimos: Gravidez tubária ou nas trompas


A gravidez ectópica é uma gravidez anormal que ocorre fora do útero. O bebê (feto) não consegue sobreviver e geralmente nem se desenvolve nesse tipo de gravidez.

Causas

A gravidez ectópica ocorre quando a gestação começa fora do útero. O local mais comum de ocorrer uma gravidez ectópica é dentro de um dos tubos (trompas de Falópio) através dos quais os óvulos passam do ovário para o útero. Entretanto, em casos raros, a gravidez ectópica pode ocorrer no ovário, na região do estômago ou no colo do útero.

Essa gestação é geralmente causada por fatores que impedem ou retardam o movimento do óvulo fertilizado da trompa de Falópio para o útero. Isso pode ser em razão de um bloqueio físico (cicatriz) na trompa decorrente de fatores hormonais ou outros, como fumar.

A maioria dos casos de bloqueio é causada por:
Gravidez ectópica anterior
Infecção anterior nas trompas de Falópio
Cirurgia nas trompas de Falópio
Até 50% das mulheres que tiveram uma gravidez ectópica tiveram inchaço (inflamação) nas trompas de Falópio (salpingite) ou doença inflamatória pélvica (DIP).

Alguns casos de gravidez ectópica podem ser causados por:
Defeitos de nascença nas trompas de Falópio
Complicações de um apêndice rompido
Endometriose
Cicatriz causada por uma cirurgia pélvica anterior

Fatores que também podem aumentar o risco de gravidez ectópica:
Idade superior a 35 anos
Ter muitos parceiros sexuais
Fertilização in vitro
Algumas vezes, a causa é desconhecida.

Outras vezes, a mulher engravida depois de fazer uma ligadura de trompas (esterilização tubária). A gravidez ectópica acontece com mais frequência em dois anos ou mais após o procedimento e não logo após a ligadura. No primeiro ano após a esterilização, somente cerca de 6% dos casos de gravidez são ectópicos, mas a maioria das gestações que ocorre entre dois e três anos após a esterilização tubária será de gravidez ectópica.

A gravidez ectópica também ocorre com mais frequência em mulheres que:
Fizeram cirurgia de reversão da esterilização tubária para poder engravidar
Usavam um dispositivo intrauterino (DIU) e ficaram grávidas (muito improvável de acontecer quando o DIU está no lugar correto)

A gravidez ectópica ocorre 1 vez entre 40 a 100 gestações.

Exames

O médico realizará um exame pélvico, que pode indicar sensibilidade na região pélvica.
Possíveis testes incluem:
Culdocentese
Hematócrito
Teste de gravidez
Teste de sangue de HCG quantitativo
Nível sérico de progesterona
Ultrassom transvaginal ou para detecção de gravidez
Contagem de leucócitos
Um aumento nos níveis de HCG quantitativo pode ajudar a diferenciar uma gravidez normal (intrauterina) de uma gravidez ectópica. As mulheres com níveis altos devem realizar um ultrassom vaginal para identificar se a gravidez é normal.
Outros exames podem ser feitos para confirmar o diagnóstico:
D e C
Laparoscopia
Laparotomia

Sintomas de Gravidez ectópica

Sangramento vaginal anormal
Amenorreia
Sensibilidade nos seios
Dor lombar
Cólica leve em um dos lados da pélvis
Náusea
Dor no baixo abdome ou região pélvica
Se a região da gravidez anormal se romper e apresentar hemorragia, os sintomas podem piorar. Eles podem incluir:
Sensação de desmaio ou desmaio real
Pressão intensa no reto
Dor na região dos ombros
Dor forte, aguda e repentina no baixo abdome
Uma hemorragia interna causada por ruptura pode provocar pressão arterial baixa e desmaio em cerca de uma em cada 10 mulheres.

Buscando ajuda médica

Ligue para o seu médico se você apresentar sintomas de gravidez ectópica (principalmente dor no baixo abdome ou sangramento vaginal anormal). É possível desenvolver uma gravidez ectópica se você for capaz de engravidar (fértil) e sexualmente ativa, mesmo se usar algum método contraceptivo.

Tratamento de Gravidez ectópica

A gravidez ectópica não pode ser mantida até o parto. As células em desenvolvimento devem ser removidas para salvar a vida da mãe.
Se a região da gravidez ectópica se romper, será necessário procurar ajuda médica imediatamente. A ruptura pode causar choque, caracterizando uma situação de emergência. Possíveis tratamentos para o caso de choque:
Transfusão de sangue
Líquidos administrados por via intravenosa
Manter a paciente aquecida
Oxigênio
Manter as pernas elevadas

Se ocorrer ruptura, uma cirurgia (laparotomia) será realizada para interromper a perda de sangue. Essa cirurgia também é feita para:
Confirmar uma gravidez ectópica
Remover a gravidez anormal
Corrigir danos ao tecido
Em alguns casos, talvez seja necessário retirar a trompa de Falópio.
Os tratamentos cirúrgicos mais comuns no caso de uma gravidez ectópica em que não ocorreu ruptura são a minilaparotomia e a laparoscopia. Se o médico entender que não vai ocorrer ruptura, ele pode receitar um medicamento chamado metotrexato e monitorar a paciente. É possível que sejam realizados exames de sangue e testes da função hepática.

Expectativas


Um terço das mulheres que teve uma gravidez ectópica é capaz de engravidar posteriormente. Uma nova gravidez ectópica pode ocorrer em um terço das mulheres. Algumas mulheres não engravidam novamente.
A probabilidade de uma gravidez bem-sucedida depende de alguns fatores:
A idade da mulher
Se ela já teve filhos
O motivo da primeira gravidez ectópica
A taxa de mortalidade por gravidez ectópica nos Estados Unidos diminuiu nos últimos 30 anos para menos de 0,1%.

Complicações possíveis

A complicação mais comum é a ruptura com hemorragia interna, que causa choque. A morte por causa da ruptura é rara.

Prevenção

A maioria das formas de gravidez ectópica que ocorre fora das trompas de Falópio é provavelmente inevitável. Entretanto, é possível evitar uma gravidez tubária (o tipo mais comum de gravidez ectópica) em alguns casos evitando condições que possam deixar cicatrizes nas trompas.

Medidas que podem reduzir riscos:
Evitar fatores de risco para a doença inflamatória pélvica (DIP), como ter muitos parceiros sexuais, praticar sexo sem camisinha e contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Diagnóstico e tratamento precoces de DST
Diagnóstico e tratamento precoces de salpingite e DIP
Parar de fumar


FONTE: Minha Vida

Eu já tinha lido essa matéria no domingo, e ontem o médico também falou sobre o mesmo assunto.
Depois que lí a matéria, fiquei bem preocupada, pois as dores que eu sentia, poderiam ser de uma gravidez ectópica.
Graças à Deus, é apenas uma infecção urinária e não estou grávida para me preocupar com este fator.
Mas... Fica o alerta! :)

Espero que vocês tenham se informado tanto quanto eu! :)

Beijinhos =***

sábado, 13 de abril de 2013

Gravidez Psicológica

Olá pessoas, tudo bem?!
Eu estou ótima... Quer dizer, não tão ótima assim... Acho que uma gripe está querendo me pegar...
Ou é a Sinusite mais uma vez... =(

Dor de cabeça... Nariz "entupido"... Olhos lacrimejando... Uma moleza... Ai ai!!!

XÔ GRIPE! Não to podendo ficar doente agora! =|

Hoje era dia de faxina... Amanhã vem parentes jantar em casa, e a casa tem que estar um "brinco" para recebê - los. Ainda mais que eles nunca vieram na minha casa!!! Roupa lavada. Casa Limpa. Tudo organizado. Até meus materiais de crochê e bordado, que sempre estão num sofá ou no bidê!
HEHEHEHE

Mas enfim, vamos ao assunto real do post?!
Vocês sabem que eu estou tentando engravidar... Já foi um mês tentando e nada. Estamos no 2º mês de tentativas... Espero que dessa vez dê tudo certo!


Mas há uma doença que atinge muitas mulheres... Principalmente que desejam muito engravidar e não conseguem, ou que simplesmente tem muito medo da gravidez... É a GRAVIDEZ PSICOLÓGICA.

A gravidez psicológica, cientificamente chamada de pseudociese, é um transtorno psicológico que afeta tanto mulheres como animais, especialmente as cadelas. Ela geralmente afeta as mulheres que desejam muito engravidar e não conseguem ou aquelas que possuem um grande medo de engravidar.

Sintomas da gravidez psicológica

Na gravidez psicológica a mulher apresenta os mesmos sintomas de uma gravidez normal como: 
enjôos matinais, 
desejos alimentares, 
ausência da menstruação, 
crescimento da barriga e das mamas, 
pode haver produção de leite materno. 
Contudo, não há nenhum bebê dentro do útero.

Os sintomas da gravidez psicológica podem ser explicados pelo estímulo psicológico do hipotálamo e da hipófise que por sua vez, geram um aumento de prolactina no sistema endócrino culminando nos sintomas de uma gravidez verdadeira.

Exames na gravidez psicológica

O exame de sangue Beta HCG e os testes de gravidez das farmácias também não conferem resultados positivos numa gravidez psicológica assim como o ultrassom realizado pelo médico, entretanto isto não é suficiente para convencer a mulher pois seu corpo "comprova" que ela realmente está grávida tratando-se de um problema psicológico que merece um tratamento adequado.

Causas da gravidez psicológica

Algumas possíveis causas de uma gravidez psicológica são o desejo iminente de engravidar ou grande temor de engravidar associado a: 
desequilíbrio emocional; 
rivalidade; 
baixa auto-estima;  
borto recente; 
infertilidade; 
transtorno de personalidade; 
depressão.

As mulheres mais propensas a desenvolver a gravidez psicológica são as casadas, com problemas conjugais e as que passaram por experiências amorosas mal sucedidas, envolvendo abandono, separação e gravidez.

Tratamento para gravidez psicológica

O tratamento para gravidez psicológica pode ser feito com o usso de medicamentos hormonais para regularizar a menstruação e para parar a produção de leite materno, mas além disso é fundamental o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra.

O tratamento pode demorar meses e o mais importante é que a mulher saiba que ela não precisa de ter um bebê para ser amada. O apoio de amigos e familiares é essencial.

FONTE: Tua Saúde

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